Parecer Fenomenológico Existencialista

No fundo a gente não sabe nunca
só na hora da morte, quando a intenção abandona o corpo,
deixa de habitá-lo,
o homem morre quando ele perde a capacidade
de projetar o seu olhar sobre as coisas,
por vezes o homem morre antes do corpo.



* Nota pedagógica: a repetição exaustiva de questões já apreendidas abre brechas para erros induzidos que ganham substância na linguagem.

7 comentários:

dani carrara disse...

o homem nem existe menino..rs.

mas, inspira.

beijão.

Tiago Fagner disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tiago Fagner disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tiago Fagner disse...

Bela reflexão rapaz. Quantas vezes morreremos e ressussitaremos nesta vida?

Rapaz, vc me disse uma coisa lá no Descobrindo que me fez pensar, me fez parar pra pensar, foi meio que um choque de realidade, embora haja divergências com alguns pensamentos que eu tenho formados. Eu interpretei, tornei a interpretar e consegui tirar uma idéia do q vc quis passar. Mas queria q tu falasse mais o que queria dizer com:

"Eu só queria te dizer uma coisa muito distante de um conselho: a poesia não quer informar ou concluir qualquer coisa."

Acho que é um observação que pode me ajudar na escrita.

E um forte abraço, também!

Hélio Netho; disse...

e quando morre, não há mais volta

Karla B. Klein disse...

Essa nota pedagógica é demasiadamente fatalista, lógica e racional.

Não combina com você menino. Tá faltando cadência nesse samba!

Beijo!

Diego Roberto disse...

Deslimito justaposição de orgãos
recoloco-me em lugar algum
quase penso que saí do palco

aí é que nele piso?
sombra, olhos, inalação

coadjuvante de si
me busco entre as cortinas

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