para Manoel de Barros

a poesia me completa
porque não me pede qualquer

genialidade.

Por isso faço versos sobre coisas desúteis,
como canções esquecidas e besouros virados com as asas pro chão.

Procuro palavras infantilizadas...

infantinventadas!


Procuro meus olhos de menino
no quintal da memória.

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