Para Nequinho

Nequim deslendo
por tortas linhas
sobre o não chegar
[comeu formigas de olhos tristes]
Em triz teceu olhar!

Roda moínho
canta o molhado
mói sem sozinho
pisa o pé pára parado.

Do olho mundo
quintal sem fundo
pra lá dessas Geraes...
Curral de casa e pó de poeira,
pedra por pedra um só cochilar.
Reticenciado
menino novo
sombra miúda
amanhecido de esperar.

Nequim de asas
(casulo casca)
mexericas no pomar.

6 comentários:

Nathi Delacroix disse...

Eu nunca me arrependo de vir aqui! *-*

Beijos, beijos!

~*

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Obrigada! *_*



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Larissa Minghin disse...

Querido, te leio sempre também!
Bonito isso, né?
Entresaber-nos! =)

Beijo grande pra você e sua mãe bonita!

Tassiana disse...

acho que a simplicidade bateu a nossa porta e talvez seja esse o rumo dos nossos projetos!

Meu moinhos de vento precisam de cimento!

vamos nos ver!
beijo.

Luian Damasceno disse...

menino novo!! menino bom!! cada vez melhor hien sales! me passa essa fonte sua ai.. hahaha'

abraço amigo!

Tiago Fagner disse...

Tua poesia é sempre, assim, desconsertante.

Nathi Delacroix disse...

Não tem nada de intencional! rs
Deve haver alguma teoria meio matrix que me persegue! rs

Muito obrigada! :D

Beijos, moço

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